Arati do dia 3 de dezembro de 2000


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Antonio
Javier Plazas

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JNANA MANDIRAM

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Ciudad: BRASÍLIA - DF CEP: 71520-005
Pais: BRASIL
Fone: 061-468-3322
E-mail: mandir@zaz.com.br


Reflexões

Quando a mente capta sequer uma vez o espírito da eternidade e da imortalidade, então não há mais lugar para tristeza alguma ou sofrimento.

Em verdade, a vida presente é uma manifestação da vida eterna. Então quem tiver a sabedoria verdadeira nenhum medo tem em seu coração.

“Eu tenho medo da morte” – diz a maioria das pessoas. Por que dizem? Se todos morrem! Aquele que trata de vivcer com todas as facilidades, com toda a segurança, também tem que morrer. Então nós devemos eliminar todo o medo da morte. O medo da morte é diferente da morte. Tratem de compreender isso, por favor.

Quando falo sobre essas coisas, algumas pessoas dizem:
- Swami, nós temos que viver no mundo. Então podemos cometer suicídiio? - Não é certo, amigo meu! Uma pessoa que não tem medo da morte não tem que cometer suicídio; tem que realizar a Verdade!

E, sem dúvida, a Verdade é uma coisa extraordinária, muito grande mesmo. A Verdade está relacionada com todo o universo!

(...) Neste campo nós não temos que pensar em milagres, ou que uma pessoa tem esse privilégio e outra não tem. Ou que uma tem mais poder e outra não tem. Não é isso.

No campo da Verdade Suprema, nós temos todos - todos nós! – a mesma Verdade. E, então, nós temos que pensar na totalidade do universo, temos que buscar a verdade que está presente em todo o mundo.

Sem dúvida, ninguém pode dizer que o mundo não existe; ninguém pode dizê-lo. Não podemos dizer que o mundo não é maravilhoso; não podemos dizê-lo. É uma coisa maravilhosa! Tanta atração! Tanta beleza no mundo! E cada coisa tem sua beleza! Cada pessoa tem inteligência, cada pessoa tem suas particularidades e cada pessoa tem a expressão da Verdade também. Como a Bíblia diz, o homem é a imagem de Deus. Então a imagem de Deus, nos lebra o próprio Deua. Portanto, depois de ver uma pessoa não podemos dizer que essa pessoa é insignificante.; não podemos!. Assim, temos apenas que buscar a fonte da divindade, nada mais.

(Jnana Prabha, 17, pp. 04 e 08)

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© Antonio Javier Plazas (Todos los derechos reservados por el autor)

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