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Arati do dia 28 de janeiro de 2001 |
JNANA MANDIRAM Direccion: SHIN QL 4/6 - CONJ. A - TEMPLO
Reflexões Sem dúvida, inatividade não é tranquilidade. Quando se tenta compreender a filosofia
oriental se diz que ela torna a pessoa inativa. Eu a isso digo, categoricamente, que não
é certo. Talvez o que não se tenha é capacidade para diferenciar a tranquilidade da
inatividade. Então se confunde uma com a outra. Uma pessoa que é tranqüila não é
inativa. E uma pessoa que é ativa não tem porque ser intranqüila. A intranqüilidade está relacionada com a atitude mental. A atividade está
relacionada com o corpo. Então nós temos que compreender esta verdade. Quando uma pessoa
está ativa, muito bem: pode manter sua atividade e sua tranquilidade também. Por que
não? Vocês sabem que Cristo era muito ativo, Budha era muito ativo, Krishna era muito
ativo. Todo o Bhagavad Gita foi ensinado pelo Senhor Krishna num campo de batalha, não em
casa. Então nós estamos no campo de batalha. Ninguém pode fazer-se totalmente inativo.
O coração bate, o sangue corre, a mente pensa. Então a inatividade não pode ser
alcançada no mundo. E aquele que confunde a paz com a inatividade, tem desilusão, nada
mais. Então, na atividade, tranquilidade; e na tranquilidade, atividade; é o que
necessitamos na vida. Então, Cristo era ativo, mas tranqüilo também. Krishna era, ao mesmo tempo, tranqüilo e ativo. E, da mesma forma, nós podemos também ser assim. (JNANA PRABHA, 17, PP. 16) |
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